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Quem fiscaliza a atividade do síndico?

Quem fiscaliza a atividade do síndico são os próprios moradores? Algum órgão ou instituição específica? Ou não há esse tipo de acompanhamento?

Nem todos que moram em um condomínio sabem a resposta, que é sim muito relevante.

Porém, antes de respondermos, é importante reforçar que a fiscalização é de extrema utilidade para uma boa gestão do condomínio. Afinal, são confiadas ao síndico responsabilidades e decisões que afetam a vida de muitas famílias.

Sendo assim, vamos entender nos próximos parágrafos como é feito o acompanhamento do trabalho desse gestor!

Quem fiscaliza o síndico?

Em geral, o conselho fiscal do condomínio é o principal responsável por fiscalizar o síndico e normalmente é composto por 3 ou mais moradores, eleitos em assembleia.

Esse grupo pode conferir as contas e comprovantes de despesas periodicamente, analisar e dar opiniões nos gastos, autorizar ou não o síndico a fazer gastos não previstos no orçamento, além de auxiliá-lo em outras responsabilidades do condomínio.

A atuação desse grupo pode variar de condomínio para condomínio, pois é a convenção de cada um que determina o que o conselho pode fazer.

O conselho fiscal, inclusive, não é algo obrigatório, segundo o Artigo 1.356 do Código Civil, e caso seja decidido pela sua formação, isso deverá estar previsto na convenção.

Conheça, neste artigo, as diferenças entre a convenção do condomínio e o regimento interno, esses dois documentos fundamentais para todo condomínio!

E os outros moradores, também podem fiscalizar o síndico?

Sim!

O próprio Código Civil assegura que os condôminos podem ter acesso às contas do condomínio e à sua prestação (por meio de relatórios mensais de despesas, por exemplo).

Essas informações podem ser solicitadas pelos moradores a qualquer momento, obviamente com o devido tempo hábil para que o síndico possa disponibilizá-las.

Além disso, as assembleias do condomínio são sempre momentos importantes para que possíveis questionamentos e esclarecimentos sejam feitos, até para que todos tenham ciência.

Esse é o momento mais adequado para que os condôminos possam manifestar suas preocupações e dúvidas, discutir questões que sejam de interesse coletivo, além de pedir explicações ao síndico sobre algum assunto.

Quer ter acesso a diversos conteúdos gratuitos que vão melhorar e facilitar o dia a dia do síndico, além de baixar nosso Guia do Síndico para melhorar sua gestão? Então clique e aproveite!

Como o síndico presta contas ao condomínio?

De acordo com o artigo 1.350 do Código Civil, o síndico é obrigado a prestar contas ao condomínio anualmente, em assembleia, ou quando exigido.

Em geral, isso é feito no 1º trimestre do ano, sendo trazidas as informações e dados referentes ao exercício do ano anterior. Porém, essa data pode variar de acordo com cada condomínio, a depender de suas particularidades.

👉 É importante ressaltar que a Lei 14.010, de junho de 2020, determina que, caso o síndico não preste contas regularmente, ele pode ser até destituído da função.

Na assembleia, o síndico deve levar para aprovação o orçamento das despesas, assim como as contribuições dos condôminos e a prestação de contas em si, de acordo com o artigo 1.350.

Entenda melhor, abaixo, cada um desses pontos que devem ser apresentados pelo síndico à assembleia:

1. Aprovação de orçamento

Deve ser apresentada a previsão orçamentária para o ano seguinte do condomínio. Isso inclui informações claras sobre como serão gastos os recursos do condomínio, com sua respectiva destinação, assim como a expectativa de suficiência ou não dos recursos regulares ou se será necessária algum tipo de taxa extra, considerando a reserva atual.

Essa previsão é muito importante, inclusive, para embasar uma eventual atualização do valor da taxa condominial para os moradores.

2. Contribuição dos condôminos

O síndico também deve apresentar relatórios sobre adimplência e inadimplência.

Nesse momento, o síndico deve aproveitar para reforçar junto aos moradores as possíveis multas por atraso de pagamento da taxa condominial e o impacto que isso tem na capacidade do condomínio de honrar seus compromissos e manter a prestação dos serviços.

Devem estar incluídos dados como:

  • Percentual de adimplentes/inadimplentes (sem personalizar, obviamente).
  • Ações colocadas em prática para reduzir os índices de inadimplência.
  • Estimativa do potencial de melhorias num cenário ideal de adimplência.
  • Impacto financeiro gerado sobre todos pelo não pagamento em dia. 

Confira, neste artigo, dicas de como lidar com condôminos inadimplentes em seu condomínio e ações que o síndico pode tomar! 

3. Prestação de contas

Trata-se de um esclarecimento financeiro completo das despesas e receitas do condomínio referente ao último ano-exercício.

Isso inclui apresentar quanto foi arrecadado no ano anterior e quanto foi gasto, juntamente com o detalhamento pormenorizado de como os recursos foram gastos mês a mês.

Além disso, devem ser apresentadas informações sobre as ações efetivamente executadas, segundo as previsões do ano anterior, assim como as reservas em caixa e aplicadas em investimentos (se houver).

Veja neste artigo, 5 erros que são comuns na gestão do síndico, mas que ele pode facilmente evitar!

Como a terceirização facilita a prestação de contas

Esperamos que esse artigo tenha sido útil para você entender um pouco mais sobre como é feita a fiscalização da atividade do síndico e a devida prestação de contas que esse gestor precisa fazer.

Porém, um aspecto que muitas vezes passa despercebido é a importância que a terceirização de serviços tem para simplificar e dar maior transparência à prestação de contas do condomínio.

Um dos aspectos mais complexos e nebulosos das contas de um condomínio são as despesas e obrigações relacionadas à burocracia trabalhista. Com a terceirização, essa responsabilidade é da empresa terceirizada,  facilitando muito a prestação de contas.

Além disso, com a terceirização é possível economizar em diversas áreas do condomínio, como limpeza e conservação, portaria e controle de acesso, jardinagem, segurança e zeladoria. 

A seleção, contratação, treinamento e pagamento dos funcionários ficam a cargo da empresa prestadora do serviço, gerando redução de custos trabalhistas e menos complexidade no dia a dia do síndico.

O Grupo Griffo tem mais de 30 anos de atuação, com experiência em atender condomínios de diversos portes, com diferentes realidades e necessidades. Estamos sempre investindo na melhoria dos nossos serviços, na qualificação dos nossos funcionários e na modernização dos nossos equipamentos.

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Como funciona o serviço de segurança pessoal privada

A Segurança Pessoal Privada (SPP) é um serviço indicado para pessoas que necessitem preservar a sua integridade física no dia a dia, seja de forma frequente ou em ocasiões específicas, como eventos, viagens ou reuniões.

A SPP vai ajudar, por exemplo, a evitar sequestros, tentativas de roubo e assalto ou qualquer ameaça à segurança de quem está sob proteção.

A execução desse serviço é feita por profissionais de segurança especializados, com qualificação e treinamento específicos, seguindo um rígido protocolo de procedimentos estabelecido no planejamento da ação.

Continue lendo para entender melhor como funciona o serviço de Segurança Pessoal Privada!

Como funciona a Segurança Pessoal Privada?

O serviço de Segurança Pessoal Privada funciona por meio da atuação de um Vigilante de Segurança Pessoal Privada (VSPP). Esse profissional possui uma qualificação específica, com foco na prevenção e atuação em situações de risco.

A função desse profissional é monitorar – de forma ostensiva, porém discreta – a pessoa a ser protegida onde for necessário, tanto em ambientes fechados quanto abertos.

No planejamento realizado pela equipe, são feitos estudos prévios quanto ao percurso e ambientes – internos e externos – pelos quais a pessoa protegida irá circular, assim como possíveis rotas de fuga e as bases de apoio.

Nesse planejamento são sempre levadas em conta as demandas do cliente, de maneira personalizada.

Diversos recursos podem ser usados para realizar o serviço de proteção privada, como armas de fogo, equipamentos de comunicação, carros blindados, equipes de apoio. Tudo vai depender das necessidades da operação e do consequente planejamento feito.

Você sabe como funciona o serviço de escolta armada? Então saiba tudo neste artigo do nosso Blog! 

Quais exigências legais devem ser observadas?

A Lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, e a Portaria Nº 3.233/2012-DG/DPF estabelecem alguns requisitos legais para que o serviço de Segurança Pessoal Privada (SPP) seja realizado.

Caso esteja em seus planos a contratação de uma empresa para prestação desse tipo de proteção, é importante estar atento a essas exigências legais:

  • O profissional que irá realizar a SPP deve possuir formação em vigilância e extensão de curso específico de segurança pessoal privada.
  • Já a empresa que presta o serviço de SPP deve ser devidamente autorizada pela Polícia Federal.

Além disso, existem outros documentos legais necessários, como certidões e autorizações, que você pode conferir acessando o artigo abaixo.

Saiba o que avaliar antes de contratar Segurança Patrimonial?

Quando a SPP se faz necessária?

O serviço de Segurança Pessoal Privada é em geral requisitado por pessoas que, em virtude de notoriedade pública ou atividade profissional específica – estejam expostas a riscos ou ameaças de qualquer tipo e necessitem de proteção à sua integridade física ou mesmo preservação de sua privacidade em determinadas ocasiões.

Nesse sentido, é comum que autoridades, políticos, empresários, executivos e seus familiares, além de celebridades, contratem o serviço de Segurança Pessoal Privada.

Porém, vale ressaltar que não há uma exigência específica de cargo ou função para que alguém contrate esse serviço, estando mais relacionado às suas próprias necessidades de proteção.

Onde contratar o serviço de Segurança Pessoal Privada

Neste artigo, você pode esclarecer a maior parte das dúvidas sobre como funciona o serviço de segurança pessoal privada.

Quando se trata de segurança e vida, deve-se escolher com toda atenção a empresa que irá realizar a SPP.

Para isso, é fundamental que sua escolhida conte com todas as autorizações legais necessárias, tenha a estrutura e os recursos necessários para prestar o serviço com excelência, experiência reconhecida, além de profissionais qualificados e em permanente atualização.

Nesse sentido, é importante citar que – de acordo com a legislação – esse tipo de serviço só pode ser realizado por profissional vinculado a uma empresa de segurança privada legalmente estabelecida, sendo proibida a prestação do serviço por profissional autônomo.

Veja, no vídeo abaixo, por que o Grupo Griffo é sua melhor escolha, quando o assunto é segurança pessoal privada:

Foi por essa excelência que o Grupo Griffo realizou a segurança pessoal privada na Cúpula Empresarial Brasil – Estados Unidos, com a presença do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, bem como da 11ª Cúpula dos BRICS, encontro com a presença dos chefes de Estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.

Caso você também queira contar com nossa experiência, estrutura e profissionalismo para garantir também a sua segurança privada, acesse o link abaixo, fale com nossa equipe e solicite seu orçamento.

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Redução de custos no condomínio: como a sustentabilidade pode ajudar

Buscar formas de reduzir os custos do condomínio, sem abrir mão da qualidade dos serviços, é um assunto que sempre está nas pautas de reunião condominial e no pensamento do síndico, afinal, dificilmente há folga no orçamento.

Você sabia que medidas sustentáveis podem contribuir de maneira significativa para a redução dos gastos?

Ainda que este tema esteja ligado à preservação do meio ambiente, adotar práticas voltadas à sustentabilidade também pode ajudar a melhorar a gestão financeira do condomínio.

Conheça agora algumas ideias de sustentabilidade que podem te ajudar na tarefa de redução de custos do condomínio.

Sustentabilidade e redução de custos

A sustentabilidade é um tema que está cada vez mais em pauta – nos países, nas empresas e nas pessoas comuns. Isso porque os recursos naturais estão cada vez mais escassos, trazendo riscos e dúvidas quanto ao futuro.

Para se ter uma ideia, basta observar as recentes crises hídricas e energéticas que o país enfrenta.

Esse é um assunto que precisa ser levado às reuniões de condomínio e debatido com os moradores, até porque, ao adotar medidas sustentáveis, os benefícios não se limitam às questões ambientais, mas também às questões financeiras

No âmbito financeiro, adotar práticas simples de sustentabilidade pode gerar uma redução de custos considerável para o condomínio.

Segundo dados da Green Building Council Brasil, organização brasileira responsável pela certificação mundial de construções sustentáveis LEED (Liderança em Energia e Design Ambiental), medidas sustentáveis reduzem, em média, 40% do consumo de água e 30% do consumo de energia

Essa diminuição reflete diretamente nas contas do condomínio e, consequentemente, no bolso dos moradores.

Confira neste artigo 5 formas de usar a tecnologia em condomínios para facilitar o dia a dia do síndico!

Como a sustentabilidade reduz custos no condomínio

Para obter uma redução de custos satisfatória para o condomínio e seus moradores, ao mesmo tempo em que se utilizam boas práticas de sustentabilidade, se faz necessária a implementação de certas medidas.

Pensando nisso, trouxemos algumas ideias que podem ser aplicadas no condomínio visando esse objetivo, como:

1. Utilização da água da chuva e de reuso

A implementação de medidas que diminuam o consumo de água é essencial para a redução de custos do condomínio, bem como para a preservação desse bem tão essencial à vida.

Duas maneiras sustentáveis de realizar essa redução são a utilização de água de reuso e a coleta de água da chuva.

Como o próprio nome indica, água de reuso é aquela que já foi utilizada para uma finalidade, mas que ainda pode ser usada para outro fim.

Essa água pode vir, por exemplo, do banho ou da lavagem de roupas e ser útil para regar jardins e limpar áreas comuns.

Já a captação de água da chuva é feita através da instalação de cisternas que armazenam a água que cai nas calhas e passam por tratamento, eliminando sujeiras e impurezas por meio de filtros de linha.

Assim como na água de reuso, sua utilização é para atividades que não exijam água potável.

A adoção dessas medidas exige um investimento inicial que precisa ser levado à assembleia e aprovado pelos condôminos, mas os resultados obtidos no médio e longo prazos fazem esse investimento valer muito a pena.


Gerenciar um condomínio não é uma tarefa simples. Veja neste artigo 5 erros que o síndico pode evitar na gestão do condomínio!

2. Consumo racional de energia elétrica

O consumo racional e consciente de energia elétrica tem enorme potencial de gerar uma grande redução nos custos do condomínio, especialmente agora, com os recentes aumentos no valor das tarifas de energia, que têm pesado cada vez mais no orçamento.

Para isso, é necessário realizar a substituição de alguns itens e fazer escolhas mais eficientes para a infraestrutura do condomínio, como:

  • Escolher lâmpadas de LED ou fluorescentes, que são mais resistentes e eficientes, produzindo a mesma quantidade de luz que as lâmpadas comuns, porém com um gasto bem menor de energia.
  • Utilizar sensores de presença. Essa medida evita que as luzes fiquem acesas  desnecessariamente.
  • Instalação de painéis solares, que podem captar energia para a utilização de chuveiros, por exemplo.

3. Coleta de lixo seletiva e reciclagem

Quando o assunto é sustentabilidade, uma das primeiras ações que vêm à mente é a coleta seletiva de lixo e a reciclagem. Isso porque cada pessoa gera, em média, de 4 a 6 litros de lixo por dia, o que corresponde a aproximadamente 1kg.

A implementação da coleta seletiva no condomínio exige um forte trabalho de conscientização dos moradores, visto que não são todas as pessoas que têm esse tipo de preocupação, e a participação dos condôminos é essencial para o sucesso dessas medidas.

Além disso, é necessário que haja espaços e condições adequadas para implantar a reciclagem.

Alguns materiais podem ser reutilizados e outros até mesmo vendidos, como plásticos, latinhas e papéis, gerando assim receita para o condomínio.

Outras práticas sustentáveis que podem ser adotadas, tanto pelo condomínio quanto pelos moradores são:

  • Diminuição do uso de papel, preferindo fazer uso dos meios digitais.
  • Desligar um dos elevadores durante a madrugada ou em horários de menor movimento.
  • Diminuir o uso de copos plásticos e canudos.
  • Tomar banhos mais curtos.
  • Juntar mais roupas, para lavá-las de uma só vez.

Toda mudança no condomínio, que exija a participação dos moradores, precisa de uma boa comunicação. Confira neste artigo dicas para ter uma comunicação condominial mais eficaz!

Redução de custos: aposte na terceirização!

Como vimos no artigo, adotar práticas sustentáveis é uma forma bastante eficiente de reduzir os custos do condomínio, além de contribuir com o meio ambiente e com a qualidade de vida dos moradores.

Se a sustentabilidade contribui para a redução de gastos, outra medida também muito eficaz para o condomínio alcançar esse objetivo é a terceirização de serviços.

Com a terceirização você pode economizar em diversas áreas do condomínio, como limpeza e conservação, portaria e controle de acesso, jardinagem, segurança e zeladoria. 

Além disso, a seleção, contratação, treinamento e pagamento dos funcionários ficam a cargo da empresa prestadora do serviço, gerando redução de custos trabalhistas e menos trabalho para o síndico.

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Regimento interno e convenção de condomínio: entenda as diferenças!

Tanto a convenção quanto o regimento interno são documentos fundamentais no dia a dia  de todo condomínio.

Porém, quais regras, determinações ou normas estão incluídas em cada documento? Para que servem? Qual prevalece nas decisões e situações de um condomínio? Como alterar cada um?

Essas são algumas das dúvidas que você vai poder esclarecer neste artigo, que busca mostrar as diferentes finalidades e características do regimento interno e da convenção do condomínio.

Acompanhe!

As principais diferenças entre regimento interno e convenção de condomínio

A principal diferença está na finalidade de cada documento!

Enquanto a convenção se destina a instituir o condomínio legalmente, o regimento interno se presta a disciplinar as regras de conduta nas dependências do condomínio, em situações comuns do dia a dia.

Isso significa que a convenção é um documento mais burocrático, técnico e administrativo, feito com base nas leis do Código Civil. 

São exemplos de itens presentes em uma convenção:

  • Como é a estrutura do condomínio – Áreas e medidas, fração ideal, natureza do edifício, descrição do imóvel, lotes, apartamentos, quais as áreas comuns e individuais.
  • Quais são as normas para administração – Como serão as assembleias (ordinárias e extraordinárias), requisitos de convocação, eleições (síndico, conselho e outros cargos), previsão orçamentária, obrigatoriedade de seguro e fundo de reserva, forma de arrecadação e contribuição de cada morador.
  • Sanções aplicáveis – Como e em quais situações poderão ser aplicadas multas e penalidades, bem como as regras de cobranças (como dos inadimplentes).
  • Quais os direitos e deveres dos moradores com base na lei.

Quer entender em mais detalhes esse importante documento do condomínio? Então confira este outro artigo do Blog! 

Já o regimento interno – apesar de também ser importante – é um documento auxiliar à convenção do condomínio, inclusive deve fazer parte deste último, como um de seus itens.

Em geral, ele regula questões como:

  • Regras para distribuição e utilização de vagas de garagem.
  • Recebimento de encomendas.
  • Horários (mudanças, reformas, barulho, entre outros).
  • Funcionamento de espaços comuns (quadra, piscina, academia, brinquedoteca, churrasqueira e salão de festa).
  • Regras para a circulação de animais de estimação.
  • Coleta de lixo.

As regras internas de um condomínio não se aplicam somente aos moradores, mas também ao síndico. Neste artigo você vai conhecer o que ele pode ou não fazer em sua gestão!

Convenção ou regimento do condomínio: qual é mais importante?

Em vez de pensar nesses documentos como mais ou menos importantes, o ideal é enxergá-los como diferentes e complementares, até porque eles tratam de questões diferentes.

Além disso, são documentos que não podem se contradizer em suas normas, para não  se tornarem  fontes de conflitos, mas sim de consenso e organização do condomínio.

Hierarquicamente falando, o regimento interno deve ser parte integrante da convenção do condomínio, como dito acima, e caso haja algum litígio não esclarecido por ele, as determinações da convenção devem prevalecer.

No entanto, mesmo a convenção também possui suas limitações legais, já que não pode contrariar legislações superiores, como o Código Civil e a própria Constituição.

Ambos os documentos são indispensáveis para o condomínio. Sem a convenção, não seria possível criar o condomínio. E sem o regimento interno, é difícil ter um bom convívio entre os moradores e uma boa gestão do síndico.

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Como alterar a convenção e o regimento interno?

Antes de tudo, é necessário avaliar se o que precisa ser alterado diz respeito à convenção ou ao regimento interno. Parece uma questão simples, mas é comum haver más interpretações quanto a isso.

Para uma alteração da convenção ser aprovada, por Lei, é preciso um quórum de 2/3 de todos os moradores do condomínio. Enquanto a alteração de um regimento interno precisa apenas da aprovação de maioria simples dos presentes na assembleia (não de todos os moradores), caso a convenção não especifique um quórum mínimo.

Depois dessa avaliação, recomenda-se seguir estes passos para alterar uma convenção ou regimento interno de um condomínio:

  1. Defina quais as alterações necessárias e quem vai redigir o novo texto. Nessa etapa, é indicado formar uma comissão específica para isso (com o síndico, membros do conselho e moradores interessados).
  2. Conte com a supervisão de um especialista no tema. Como dito acima, nem a convenção nem o regimento interno podem contrariar preceitos legais, como o Código Civil, a Constituição e a jurisprudência estabelecida. 
  3. Compartilhe as novas alterações com os demais moradores, antes da assembleia de aprovação. Dessa forma, é possível coletar feedbacks e sugestões que tenham escapado do olhar da comissão e fazer ajustes, se necessário. Ao compartilhar, é importante, também, deixar claro o porquê das alterações e quais os pontos da antiga versão que não estão bem definidos.
  4. Convoque uma assembleia especificamente para aprovação das alterações. Vale lembrar que, no caso de alteração de convenção, é necessária a aprovação de 2/3 dos moradores e, no caso de alteração do regimento interno, é necessária maioria simples dos presentes na assembleia (50% + 1). 💡Atenção: se o regimento interno do condomínio fizer parte do mesmo documento da convenção, e não for separado, a aprovação deve seguir o critério da convenção, isto é, ser aprovado por 2/3 dos moradores.
  5. No caso de alteração de convenção: caso haja dificuldade para o comparecimento do quórum necessário (2/3 dos moradores), é possível que isso seja feito via procuração. Além disso, deve-se registrar o texto final aprovado em cartório, pois o documento envolve questões legais e do Código Civil. 

Novamente, para alteração de convenção ou regimento interno, recomenda-se contar com um profissional ou a assessoria de um advogado com experiência em condomínios

Terceirização de serviços do condomínio: um diferencial de qualidade!

Neste artigo você conheceu as diferenças entre o regimento interno e a convenção do condomínio, dois documentos indispensáveis para o bom funcionamento desse espaço de convivência.

Mas existe outro fator que fará toda diferença no dia a dia do condomínio, que é a terceirização de serviços.

Os moradores ganham ao terem serviços de melhor qualidade, executados por profissionais capacitados e treinados por uma empresa especializada. O síndico também ganha, ao ter uma parceira que vai liberar seu tempo para questões mais estratégicas do condomínio.

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O que é o regimento interno do condomínio?

O regimento do condomínio é o conjunto de regras que estabelecem – para todos que utilizam o condomínio – os limites do que é (ou não) permitido fazer, assim como as possíveis sanções para quem descumprir esses preceitos.

As normas se aplicam tanto aos condôminos, locatários, visitantes, funcionários, síndico e todos que circulam dentro do condomínio, abrangendo tópicos como o uso de vagas de garagem, da piscina, salão de festas, além de disciplinar a convivência nesse ambiente coletivo.

Neste artigo, você entenderá melhor o que é o regimento interno do condomínio, como produzir um para seu condomínio e o que esse documento pode ou não regular.

O que é o regimento interno do condomínio?

Como dito, o regulamento ou regimento interno do condomínio é um documento que reúne em um só lugar as regras que todos devem seguir no condomínio, visando uma boa convivência

Seu principal objetivo é servir como referência geral que discipline situações do dia a dia, visando tanto evitar quanto resolver conflitos

O regimento é um documento essencial para orientar a atuação do síndico, servindo como guia e referência, além de dar embasamento formal às suas decisões.

Além disso, esse documento serve como fonte de consulta aos moradores, para se orientarem diante de dúvidas quanto ao que seria ou não permitido.

O regimento interno tem toda essa relevância pois é um documento previamente aprovado em assembleia, sendo a representação da vontade da maioria dos condôminos

Dicas de como fazer um bom regimento interno

1. Forme uma comissão para elaboração do regimento

Caso fosse elaborado por uma única pessoa – como o síndico – o regimento teria grandes chances de não representar as vontades e interesses de todos no condomínio (ou pelo menos da maioria).

Para evitar essa situação, o ideal é a formação de uma comissão que discuta e tente trazer uma visão mais ampla quanto às normas que irão disciplinar a convivência de todos.

Além disso, uma produção coletiva tende a minimizar possíveis questionamentos e desconfianças no momento da aprovação em assembleia, além de facilitar a aceitação posterior no dia a dia.

💡 A dica é: faça a devida divulgação a todos e, a partir daí, estabeleça uma comissão mista, composta pelo síndico, membros do conselho e moradores interessados.

2. Conte com um especialista

O regimento interno deve refletir as necessidades e vontades dos moradores do condomínio sobre as regras de convivência interna, porém esse documento não pode contrariar regras juridicamente superiores, como o Código Civil, por exemplo.

Caso certos preceitos não sejam observados, as regras contidas no regimento podem simplesmente não ter validade ou serem questionadas juridicamente por algum morador que se sinta injustiçado.

Nesse sentido, é bastante útil contar com a assessoria de um advogado especializado no tema, para que revise o conteúdo do regimento do condomínio e aponte possíveis falhas.

3. Dê publicidade à versão preliminar

Uma medida também bastante útil é dar publicidade à versão preliminar do documento, para que possíveis interessados possam fazer suas considerações.

E essa medida pode trazer vários benefícios:

  • Maior transparência a todo o processo.
  • Aprovação mais fácil em assembleia.
  • Participação de mais pessoas, trazendo uma visão mais plural ao documento.
  • Versão final com menos questionamentos e alterações.

Se você é síndico e quer conhecer estratégias de como agir diante de situações de conflito no condomínio, clique e confira este artigo do nosso Blog!

4. Convoque uma assembleia específica

De acordo com o artigo 1.334, do Código Civil, para passar a ter efeitos práticos, o regimento interno do condomínio deve ser votado e aprovado em uma assembleia convocada especificamente para esse fim.

Além disso, é preciso que o documento seja aprovado por maioria simples, ou seja, 50% + um dos presentes. 

5. Envie a versão final a todos

Após aprovado o regimento interno em assembleia, o documento deve ser enviado para todos os moradores, comunicando que as regras foram aprovadas com legitimidade e devem ser seguidas a partir daquele momento.

O regimento pode ser enviado de forma digital para os moradores (e-mail, site ou aplicativo do condomínio, aplicativos de mensagem, entre outros) e uma cópia impressa deve sempre  ficar disponível na administração, para que qualquer morador possa consultar quando precisar.

💡 Dica extra: Um ponto fundamental que não pode ser esquecido é que, por determinação do inciso V, do artigo 1.334, do Código Civil, o regimento interno precisa ser parte integrante da convenção do condomínio.

Se você quer ter uma gestão mais eficiente e descomplicada em seu condomínio, não deixe de baixar gratuitamente nosso Guia Definitivo do Síndico!

Regimento interno: o que ele pode (e não pode) regular?

É permitido regular:

  • Horários: para funcionamento de espaços comuns (como piscina, quadra, parquinho e academia), entrada de prestadores de serviços, obras e reformas nos apartamentos, além de sons e ruídos mais altos.
  • Uso e funcionamento de espaços comuns: como piscina, academia, salões de festa e churrasqueiras, assim como o acesso de visitantes.
  • Mudanças: os dias e horários em que são permitidas, além das autorizações necessárias.
  • Animais de estimação: permissão ou não para a posse de pets, assim como o porte máximo permitido, além dos locais em que poderão circular.
  • Multas, penalizações, advertências e prazos: em casos de descumprimento das regras ou de inadimplência, por exemplo.
  • Regras para coleta de lixo: como local para descarte e horários de recolhimento.
  • Vaga de garagem: se serão aleatórias ou determinadas para cada unidade, se podem ser alugadas, etc.

Quer conhecer dicas simples e práticas de como lidar com o problema da inadimplência aí em seu condomínio? Então não deixe de conferir este artigo! 

Não é permitido regular:

Basicamente, os limites de regulação do regimento interno são aqueles impostos por leis superiores.

Por mais que esse documento reflita as vontades da maioria dos moradores, ele não pode contrariar a legislação vigente no país, como a Constituição Federal, o Código Civil e a chamada Lei do Condomínio (Lei 4.591/64).

Além disso, o regimento também não pode ir contra a própria convenção do condomínio nem contra a jurisprudência estabelecida quanto ao que é permitido ou não a moradores de condomínio.

Daí, mais uma vez, a importância de contar com uma assessoria jurídica especializada.

Quer conhecer o que é (ou não) permitido ao síndico dentro do condomínio? Confira este artigo para saber mais!

Terceirização de serviços: uma aliada da boa gestão do síndico!

Neste artigo você conheceu o que é o regimento interno do condomínio, os passos para sua criação, além dos limites de regulação desse documento.

A principal função do regimento é disciplinar o dia a dia desse espaço coletivo, para que haja um ambiente mais organizado e harmônico para todos, além de facilitar a gestão do síndico.

Facilitar a gestão do síndico também é uma das finalidades da terceirização de serviços!

Ao confiar certas atividades do condomínio a uma empresa especializada, o síndico passa a ter mais disponibilidade de tempo e pode direcionar o seu foco para áreas mais estratégicas do condomínio, gerando mais resultados e benefícios para todos.

Nesse sentido, para ter os benefícios da terceirização em seu condomínio, considere o Grupo Griffo como sua primeira opção. Somos especialistas em terceirização de serviços para condomínios, com mais de 30 anos de experiência no mercado e uma vasta cartela de serviços, como limpeza e conservação, portaria e controle de acesso, jardinagem, segurança e zeladoria. 

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Como ter uma comunicação condominial eficaz

Uma boa comunicação é capaz de agilizar processos, engajar pessoas e evitar atritos desnecessários. Dentro do condomínio isso não é diferente.

Grande parte dos problemas que o síndico precisa lidar em seu dia a dia está, direta ou indiretamente, ligada a problemas de comunicação; tanto por parte dos moradores quanto por parte dele mesmo.

Faz parte das habilidades esperadas de um bom síndico de condomínio entender e se fazer entender com todos à sua volta, como moradores, funcionários, visitantes e prestadores de serviço.

Pensando nisso, listamos a seguir dicas práticas e simples de como você pode ter uma comunicação condominial eficaz e que vai facilitar muito o seu dia a dia.

Confira!

A importância da comunicação interna em condomínios

Como dito no início, manter uma boa comunicação facilita muito o dia a dia do condomínio, fazendo com que:

  • O síndico consiga dar maior visibilidade às ações de sua gestão, gerando mais confiança e aumentando a transparência.
  • As medidas e decisões propostas tenham maior chance de adesão, tanto por parte dos moradores quanto da equipe de funcionários.
  • Problemas sejam mais facilmente (e rapidamente) solucionados.
  • Menos tempo da rotina do síndico seja consumido repetindo orientações.

Síndicos(as) que têm uma boa comunicação interna com os moradores do condomínio, com informações e atualizações constantes, claras e rápidas, costumam ter mais sucesso na gestão. 

Além disso, ambientes onde não há uma troca clara de informações são mais propensos a mal-entendidos, atritos desnecessários e boatos, gerando preocupações para o síndico e ocupando mais o seu tempo.

A comunicação é um dos pilares de uma boa gestão. Confira neste artigo como melhorar a sua gestão como síndico:

Gestão do condomínio: 4 dicas para se organizar e ganhar tempo!

Mostre-se presente e seja transparente!

Existem alguns caminhos para ter uma comunicação condominial que realmente funcione, mas para isso é fundamental que todos no condomínio tenham a percepção de que o síndico é alguém presente, disponível e acessível.

Isso significa, por exemplo, separar um horário na sua semana em que você se disponibiliza para esclarecer dúvidas, atender os moradores ou simplesmente conversar com eles.

Outro ponto importante é procurar dar sempre o máximo de transparência a todos os aspectos relacionados à sua gestão, por mais que a maioria dos moradores não se interesse por certas questões do condomínio.

Renovações de seguro, manutenções ou consertos, mudanças no regulamento, limpeza da caixa d’água ou piscina, ausência de funcionários por algum motivo, questões financeiras (positivas ou negativas), ações judiciais, datas de reuniões e assembleias… tudo o que disser respeito ao condomínio precisa estar ao alcance de quem desejar se informar. Acredite, isso aumenta a confiança e melhora a comunicação.

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Ações para melhorar a comunicação condominial

Confira algumas ações que você pode adotar para tornar a comunicação mais eficaz aí em seu condomínio:

1. Use bem o e-mail

E-mails não são importantes apenas em ambientes de trabalho, no dia a dia do condomínio eles também podem ter um papel importante.

Estabeleça o hábito de enviar e-mails semanais ou mensais para atualizar os moradores sobre o que está acontecendo no condomínio e prestar contas.

Esse é um canal que permitirá a você comunicar informações importantes para um grande número de pessoas ao mesmo tempo, além de registrar e deixar um histórico do que foi feito.

Por falar em registrar e manter um histórico, confira neste artigo como guardar e organizar os documentos do condomínio de maneira mais prática e eficiente: 

Documentos do condomínio: saiba quais são e como organizar!

2. Crie grupos

Hoje em dia, todos usamos aplicativos de mensagem, como WhatsApp e Telegram. Use isso a favor para ter uma comunicação condominial mais eficaz.

Ao passo em que o e-mail é uma ótima ferramenta para comunicados mais importantes, prestações de contas e para registrar certas ações no condomínio, os aplicativos de mensagem instantânea podem ser muito úteis para informações mais urgentes e para tratar de imprevistos.

Para isso, crie um grupo oficial do condomínio. Porém, alguns cuidados são importantes!

Para que o grupo seja efetivo e para evitar confusões e conflitos, você pode restringir as mensagens para que somente você ou alguém de sua equipe possa enviá-las, ou, ainda, estabelecer regras claras, como permitir apenas mensagens relacionadas a assuntos do condomínio.

Quer aprender dicas de aplicativos que podem facilitar o seu dia a dia? Confira nossa lista:

Aplicativos para condomínio: dicas para facilitar o dia a dia do síndico!

3. Dê mais visibilidade

Apesar de os meios digitais serem hoje ferramentas indispensáveis para uma comunicação mais rápida e eficiente, os meios físicos também são importantes e devem ser utilizados.

Coloque cartazes, circulares e comunicados com informações importantes em pontos estratégicos do condomínio, como lugares de grande circulação de pessoas (elevadores, murais ou quadros de avisos nas entradas de cada portaria).

Esses meios podem ser usados, por exemplo, para divulgar os horários que você está disponível, seus contatos, campanhas, normas e ações relevantes.

Porém, um cuidado que você precisa ter é o de evitar expor informações sensíveis dos moradores, como inadimplências, para evitar constrangimentos.

Conflitos e desentendimentos são inevitáveis no dia a dia dos condomínios. Aprenda como contornar, resolver ou até prevenir esses desgastes:

O papel do síndico na administração de conflitos: 6 dicas para a gestão do dia a dia

Como a terceirização pode ajudar na comunicação condominial

A gestão de um condomínio é um grande desafio. E um dos maiores riscos para uma boa gestão do síndico é concentrar todas as funções em sua mãos e acabar se sobrecarregando com tantas tarefas. Assim, não sobra tempo para fazer uma comunicação condominial eficaz.

Ao terceirizar serviços de seu condomínio, você tem mais tempo para cuidar da comunicação e tornar a sua gestão mais eficiente, mais econômica e menos desgastante para você.

O Grupo Griffo é especialista em condomínios, possui mais de 30 anos de experiência e uma vasta cartela de serviços, como limpeza e conservação, portaria e controle de acesso, jardinagem, segurança, zeladoria, entre outros. Saiba mais no vídeo abaixo:


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Como funciona o serviço de escolta armada?

A escolta armada é uma ótima opção para quem precisa transportar cargas de alto valor, com total segurança.

Tem o objetivo de garantir o transporte de qualquer tipo de carga ou de valor com risco de sofrer algum tipo de dano ou subtração, utilizando recursos e tecnologias de rastreamento e equipes altamente treinadas para garantir a segurança da carga transportada.

Se esse é o seu caso, entender as características e como funciona – na prática – esse serviço vai trazer mais confiança e tranquilidade quando você decidir contratá-lo.

Nas próximas linhas, você vai encontrar as informações mais importantes sobre o funcionamento do serviço de escolta armada e ainda vai aprender o que avaliar na hora de escolher a empresa prestadora.  

Vamos às informações!

Como funciona a escolta armada na prática?

O serviço de escolta armada funciona com foco tanto na prevenção de situações de risco quanto na contenção de danos aos bens protegidos.

Esse trabalho é realizado por empresas de segurança privada, por meio de vigilantes especialmente treinados e habilitados para esse tipo de atividade, com o devido porte para o uso de arma de fogo, além de viaturas equipadas com modernas tecnologias de segurança, como sistemas de rastreamento por satélite, comunicação online com a base, monitoramento em tempo real, entre outros.

As características da ação de escolta, como o número de vigilantes, o armamento e os veículos utilizados vão depender de fatores como:

  • O tipo de carga a ser protegida.
  • O nível de proteção desejado, no caso de escolta pessoal.
  • O caminho a ser percorrido.
  • O diagnóstico da equipe de gestão de risco.
  • Além das demandas do próprio cliente.

Em geral, são utilizados dois vigilantes por veículo, devidamente identificados como “escolta armada” e com o logotipo da empresa prestadora do serviço.

Além disso, em cargas de alto valor, costumam ser utilizados no mínimo três veículos para proteção: dois à frente da escolta e um atrás.

O planejamento e os detalhes de cada operação são pensados por um pequeno grupo de pessoas, criando-se um ambiente mais seguro e minimizando os riscos de imprevistos e vazamento de informações. Além disso, todas as operações são monitoradas em tempo real por uma equipe de gestão de risco, garantindo a segurança e a comunicação com os vigilantes em serviço.

Qual a diferença entre escolta armada e transporte de valores?

Em geral, no transporte de valores é utilizado apenas um veículo: o carro-forte. Já na escolta armada, costuma-se utilizar mais de um veículo, além daquele que transporta a carga protegida. 

Outra diferença é que a atividade de transporte de valores transporta apenas numerário, bens ou valores, diferente da escolta armada que pode acompanhar qualquer tipo de carga que precisa ser protegida.

Por fim, há também uma  diferença  na localização dos vigilantes durante a operação. Enquanto na escolta armada, os vigilantes ficam posicionados nos veículos que acompanham os bens protegidos, no transporte de valores os seguranças ficam dentro do próprio veículo que transporta a carga, o chamado carro-forte.

Outro serviço relacionado à segurança, mas voltado para empresas ou condomínios, é o controle de acesso de pessoas e veículos. Entenda como funciona:

Porteiro, vigilante ou controlador de acesso: quem devo contratar? 

Quem são os profissionais que fazem o serviço de escolta armada?

Os profissionais são vigilantes especializados nesse tipo de serviço.

Eles possuem certificação em Curso de Formação de Vigilantes e Curso de Extensão de Escolta Armada, licença para o porte de armas, além de realizarem treinamentos e atualizações regulares.

Também é exigida, desses profissionais, experiência mínima de 1 ano com segurança patrimonial ou transporte de valores, além de estarem vinculados a empresas credenciadas pela Polícia Federal.

Vale lembrar que esses profissionais também precisam demonstrar capacidade de avaliação e julgamento, além de equilíbrio emocional em situações de estresse, para serem capazes de tomar as melhores decisões e cumprir o planejamento durante a operação.

A escolta armada e outros serviços terceirizados ainda geram dúvidas para muitas pessoas. Neste artigo a gente esclarece as 6 principais:

6 dúvidas sobre a terceirização de serviços para empresas!

Como contratar uma empresa de escolta armada em Brasília?

Quando surge a necessidade de contratar uma empresa de escolta armada para fazer o transporte de cargas ou a proteção de pessoas, é preciso que essa escolha seja feita com bastante critério e avaliação.

A empresa prestadora precisa atender aos critérios e transmitir a confiança necessária de que possui as condições ideais para cumprir a operação. 

Para avaliar isso, analise critérios objetivos das empresas pretendidas, como sua estrutura física e de pessoal, o tempo de atuação no mercado, a quantidade e o porte dos clientes atendidos, a atenção à seleção e treinamento de sua equipe, assim como as tecnologias utilizadas.

Além disso, é importante checar se a empresa é autorizada pela Polícia Federal para realizar o serviço de escolta (obrigatória por Lei, segundo a Portaria 3233/2012).

Se você busca contratar serviço de escolta armada, considere o Grupo Griffo para encabeçar a sua lista de opções. Somos referência no mercado de terceirização, com mais de 30 anos de experiência.

Nossas equipes estão disponíveis 24 horas e nossos veículos são equipados com sistema de rastreamento (AUTOTRAC), botão de pânico, aparelhos de comunicação e armamento apropriado para cada situação. 

Conheça um pouco mais sobre o Grupo Griffo no vídeo abaixo.

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Segurança do trabalho para equipes terceirizadas: como funciona?

Ao optar pela terceirização de serviços (portaria, limpeza, segurança, entre outros) empresas, condomínios e instituições deixam de ter diversas responsabilidades que seriam suas, caso optassem pela contratação direta dos trabalhadores para essas funções.

Uma dessas responsabilidades é a obrigação de cuidar das ações de segurança do trabalho desses funcionários, como o fornecimento de equipamentos de proteção individual (EPIs) e a realização de treinamentos e campanhas de conscientização.

Ainda que não seja a principal responsável, a empresa contratante também precisa participar desse processo e entender como ele funciona, já que esses trabalhadores estão atuando em suas dependências.

Neste artigo, você vai conhecer como funciona a segurança do trabalho para equipes terceirizadas, quais são as responsabilidades de cada uma das partes envolvidas e como contratar uma empresa de terceirização comprometida com esses cuidados!

Quem é responsável pela segurança do trabalho de equipes terceirizadas?

A responsabilidade pela segurança das equipes de trabalho que desenvolvem o serviço terceirizado é das duas partes envolvidas: prestadora e empresa contratante.

A lei 13.429/17 deixa bem claro que a empresa contratante é responsável por garantir segurança, higiene e salubridade dos funcionários. Além disso, o ambiente de trabalho deve oferecer condições adequadas para o trabalho destes colaboradores.

Já em relação à empresa terceirizada, é de sua responsabilidade treinar e orientar os funcionários quanto às ações de segurança do trabalho. Também faz parte de suas ações o fornecimento dos equipamentos de proteção individual (EPIs) necessários à realização da atividade de cada colaborador.

Desta forma, percebemos que, tanto a empresa que contrata quanto a empresa contratada, precisam cumprir os seus papéis nesta parceria, visando, principalmente, o bem-estar, a segurança e a valorização do funcionário. 

Você conhece (realmente) o papel e a importância dos cuidados com a segurança do trabalho dentro da empresa. Descubra acessando este artigo:

Qual o papel da segurança do trabalho dentro da empresa?

Cuidados que a empresa contratante deve tomar

Ao contratar uma empresa terceirizada, o síndico ou empresário precisa ter em mente que  além da terceirização do serviço, a empresa prestadora também será responsável pelos cuidados com os profissionais que estarão atuando nas dependências de seu condomínio ou empresa.

Nesse sentido, antes de realizar a escolha da empresa prestadora, é importante que o representante da empresa contratante verifique nessa candidata alguns aspectos que podem ser indício de boas práticas e zelo pela segurança de seus colaboradores.

Para isso, descubra se:

  • Essa empresa está atenta (e atuante) quanto à legislação que regula as regras de segurança do trabalho?
  • Ela possui algum plano de prevenção de acidentes?
  • Ela realiza palestras e treinamentos regulares com orientações atuais e eficazes sobre a segurança do trabalho?
  • Ela fornece todos os equipamentos de proteção individual necessários, de acordo com cada tipo de atividade terceirizada oferecida?

São questionamentos necessários porque são práticas que demonstram a real preocupação da empresa em manter a sua equipe, de fato, capacitada e protegida para a execução de suas funções. 

Além disso, outra medida importante da empresa contratante é definir, junto à empresa terceirizada, um funcionário que fique responsável por observar, orientar, fiscalizar e cobrar que todos se atentem às medidas e procedimentos de segurança estabelecidos.

Mesmo que a organização já tenha um funcionário voltado para esta função, como um profissional de segurança do trabalho, é interessante alinhar as funções com alguém da empresa prestadora, para que este seja uma ponte nessa parceria.

Você conhece os prós e contras, para sua empresa ou condomínio, de optar pela terceirização? Será que pode ser vantajoso? Descubra acessando este artigo:

Terceirizar ou ter equipe interna: vantagens e desvantagens!

Contrate uma empresa que se preocupa com segurança do trabalho!

Neste artigo você aprendeu como funciona a segurança de trabalho para equipes terceirizadas e quais são as responsabilidades de cada parte envolvida (contratada e contratante).

Viu também a importância de avaliar – antes de contratar uma empresa prestadora – o quanto ela se preocupa (e age) no sentido de oferecer o treinamento, a conscientização e os equipamentos necessários para garantir a segurança de suas equipes.

Tudo isso vai contribuir para que esses cuidados sejam cumpridos no dia a dia de atuação das equipes terceirizadas nas dependências de sua empresa, instituição ou condomínio, evitando problemas com a legislação trabalhista e, principalmente, protegendo o que há de mais importante, a vida e o bem-estar dos colaboradores.

É um cuidado que contribui não só para o seu bem-estar físico dos funcionários, mas  também influencia na sua produtividade ao longo do desempenho das suas funções.

Escolha uma empresa com tradição e que deixe claro seu cuidado e atenção em manter funcionários bem-treinados, sempre atualizados quanto aos conhecimentos técnicos relacionados à área de atuação e equipados com todos os recursos de proteção. 

O Grupo Griffo está há mais de 30 anos no mercado, oferecendo serviços de terceirização com excelência. Se a segurança e a proteção dos trabalhadores de sua empresa ou condomínio é um fator importante para sua empresa, instituição ou condomínio, somos o parceiro que você precisa!

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Terceirização de serviços: motivos para contratar o Grupo Griffo!

Praticidade, eficiência e economia são só algumas das muitas vantagens que cada vez mais empresas, instituições e condomínios vêm descobrindo com a terceirização de serviços.

Mas para aproveitar esses – e muitos outros – benefícios da terceirização, a escolha da empresa prestadora tem um papel crucial, com vários pontos que precisam ser muito bem avaliados.

O Grupo Griffo trabalha duro todos os dias para oferecer o que há de melhor em capacidade técnica, estrutura, profissionais qualificados e experiência de mercado.

Conheça neste artigo os motivos para contratar o Grupo Griffo como sua prestadora de serviços.

Acompanhe!

Motivos para contratar o Grupo Griffo

A decisão de terceirizar serviços na empresa, instituição ou condomínio é geralmente pautada pela necessidade de buscar maior eficiência, simplificação da estrutura funcional e, claro, redução de custos.

Confira abaixo por que a Griffo é a melhor opção que você pode ter para obter tudo isso:

  1. Tradição 

Acreditamos que as relações – pessoais e comerciais – devem ser construídas com base na confiança, transparência e respeito. Por isso, há mais de 30 anos, a Griffo tem se destacado como referência em terceirização de diversos tipos de serviços.

São décadas construindo relações de confiança e sucesso com nossos clientes, sempre buscando a excelência, com investimento constante na melhoria de nossos serviços, capacitação de funcionários e na modernização de equipamentos. Tudo pensado para melhor atender a sua empresa.

Conheça os pontos que você deve considerar para se decidir (ou não) pela terceirização de serviços:

Terceirizar ou ter equipe interna: vantagens e desvantagens!

  1. Experiência

Um dos aspectos mais importantes a se avaliar, antes de contratar uma empresa de terceirização, é a experiência da prestadora em atender necessidades semelhantes à sua.

Ao longo desses mais de 30 anos, a Griffo já atendeu empresas dos mais diversos segmentos, portes e necessidades. Entre os nossos atuais e antigos clientes, atendemos:

  • Órgãos da administração pública federal.
  • Universidades e instituições de ensino públicas e privadas.
  • Condomínios empresariais e residenciais.
  • Empresas de diversos portes e segmentos.
  • Shopping centers.
  • Organizações internacionais.

Independentemente da sua necessidade de terceirização, o Grupo Griffo será a escolha mais certa pela experiência e tempo de mercado.

Está em dúvida sobre quais tipos de serviços você pode terceirizar aí na sua empresa? Neste artigo você conhece 4 das principais opções:

4 serviços para terceirizar em sua empresa! 

3. Variedade de serviços

A Griffo oferece uma grande variedade de serviços, trazendo muitas soluções capazes de contribuir com o crescimento, eficiência e economia de todos os tipos de empresas, instituições ou condomínios.

Dentre os diversos tipos de serviços oferecidos, podemos destacar:

  • Limpeza e conservação – Dispomos de profissionais capacitados para utilização de materiais e equipamentos de última geração, a fim de deixar seu ambiente limpo e agradável. Independentemente do tamanho da sua empresa, evento, centro comercial ou condomínio, nossa equipe está pronta para realizar a devida higienização e limpeza, deixando tudo impecável.
  • Vigilância patrimonial – Nossos profissionais, certificados e muito bem treinados, estão aqui para garantir a proteção e cuidado do patrimônio da sua empresa ou condomínio.
  • Portaria e controle de acesso – Seguindo o mesmo padrão de qualidade que oferecemos em nossos serviços de segurança, nossos agentes de portaria são treinados para identificar, informar, monitorar e controlar o acesso de pessoas e veículos, garantindo tranquilidade a qualquer ambiente, comercial ou residencial.
  • Brigadistas e socorristas – Um atendimento rápido e profissional! Assim são os profissionais selecionados para prevenir e sanar situações de risco e atuarem em situações emergenciais em empresas, condomínios, comércios e eventos.
  • Recepção e atendimento – Cause uma boa impressão desde a chegada. Oferecemos profissionais que trazem valores como ética, discrição e postura profissional.
  • Copa e jardinagem – Mantenha a organização do dia a dia e um belo jardim com nossos serviços de copa e jardinagem, executados por profissionais experientes e que possuem o conhecimento técnico adequado!

Se você ainda tem dúvidas se a terceirização de serviços é mesmo para você, as respostas que você procura podem estar neste artigo. Não deixe de conferir:

6 dúvidas sobre a terceirização de serviços para empresas!

Grupo Griffo: a melhor solução em terceirização! 

Como você viu ao longo do artigo, o Grupo Griffo preenche todos os requisitos necessários para atender com excelência às suas necessidades na prestação de serviços de terceirização.

Por isso, se você pretende investir na terceirização de serviços em sua empresa, instituição ou condomínio, considere o Grupo Griffo como sua prestadora.

Há mais de 30 anos, atendemos, com seriedade e qualidade, empresas de diversos portes, com as mais diferentes realidades e necessidades. Estamos constantemente investindo na melhoria dos nossos serviços, na qualificação dos nossos funcionários e na modernização dos nossos equipamentos.

Para mais informações, acesse o link abaixo e veja como podemos contribuir para o crescimento do seu negócio.

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Veja também:

O que avaliar antes de contratar segurança patrimonial!

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Qual o papel da segurança do trabalho dentro da empresa?

Podemos definir a segurança do trabalho como um conjunto de orientações e medidas de prevenção que têm o objetivo de proteger os funcionários de uma empresa de possíveis acidentes ou doenças decorrentes das funções executadas por eles ou provocadas pelo próprio ambiente de trabalho.

Hoje, mais e mais empresas têm entendido a importância desse conjunto de ações e cuidados, tanto para benefício dos trabalhadores quanto da própria organização, ao garantir mais segurança e bem-estar aos seus colaboradores, o que acaba gerando mais produtividade e menos afastamentos e ausências.

Mas, como fazer isso na prática? É sobre isso que falaremos a seguir.

Importância da segurança do trabalho na empresa

As normas de segurança do trabalho são definições a serem seguidas por qualquer empresa, pública ou privada, e estão amparadas na legislação emitida pelo Ministério do Trabalho

A sua função principal é garantir que os funcionários de uma determinada empresa possam realizar as suas atividades em um ambiente propício, seguro e tranquilo, dentro das suas possibilidades e livres de qualquer intercorrência que possa lhes causar dano.

Ao mesmo tempo que é importante e necessária para o trabalhador, a segurança do trabalho também é fundamental para a empresa, uma vez que cada funcionário que a compõe é um personagem essencial no desenvolvimento do negócio. E sua ausência ou afastamento reduz a produtividade e gera despesas.

Além disso, quando a empresa não segue as regras estabelecidas pelos órgãos fiscalizadores, fica sujeita a arcar com multas e encargos.

Por isso, podemos dizer que o papel da segurança do trabalho dentro da empresa é evitar a ocorrência de acidentes, promovendo um ambiente saudável, para que o funcionário possa desempenhar suas funções nas melhores condições

Mas, não para por aí. É também garantir à empresa referências claras a seguir a fim de se proteger contra ações e queixas – inclusive judiciais – quanto às condições oferecidas aos colaboradores. E, finalmente, ao observar adequadamente esse conjunto de regras, a empresa reduz o risco de dano ao seu patrimônio e de despesas decorrentes de acidentes.

Assim, todos saem ganhando quando as normas de segurança do trabalho são levadas a sério, da forma como a lei exige.

Para se aprofundar ainda mais sobre esse conjunto de normas e ações para proteção dos trabalhadores, confira este outro artigo do nosso Blog:

Tudo o que você precisa saber sobre segurança do trabalho!

Ações de segurança do trabalho dentro da empresa

As ações são voltadas basicamente para a prevenção de acidentes e promoção de um ambiente mais seguro e saudável para o trabalhador executar suas atividades profissionais.

A seguir, confira as medidas mais importantes que sua empresa pode tomar visando garantir essa proteção:

  1. Oferta de EPIs (equipamentos de proteção individual)

Uma das principais ações esperadas da empresa é disponibilizar, aos seus funcionários, o material de segurança necessário para a execução do seu trabalho, de acordo com suas necessidades e as particularidades de cada função.

Além disso, cabe à empresa fiscalizar e cobrar o uso adequado e constante dos equipamentos de proteção, de preferência estabelecendo um representante, dentre os funcionários, que fique responsável por essa supervisão.

  1. Ambiente de trabalho seguro

Faixas de demarcação, sirene e demais alertas sonoros, além de sinalizações e cadeados impedindo acessos perigosos são algumas das maneiras de promover um ambiente seguro e menos suscetível a acidentes.

Além disso, é fundamental que a empresa trabalhe para criar uma cultura de cuidados no ambiente laboral, seja realizando palestras e discussões sobre o tema, seja divulgando materiais e informativos.

Finalmente, também é preciso investir em adaptações e melhorias na própria estrutura, aparelhos e equipamentos, criando um local protegido e seguro para todos.

  1. Manutenção frequente do maquinário

Garantir o funcionamento correto de todas as máquinas e ferramentas utilizadas pelos funcionários também é uma obrigação da empresa. O ideal é agir de forma preventiva e não apenas na solução do defeito já estabelecido.

Oriente seus funcionários a sinalizarem sempre que algum equipamento não estiver funcionando corretamente ou apresentando riscos, e providencie os reparos necessários o mais rápido possível.

  1. Treinamento constante da equipe

Capacitação e treinamento são fundamentais para que todos os funcionários possam ter o total domínio das suas funções, o que também é essencial para evitar acidentes por comportamentos equivocados ou uso incorreto de equipamentos e ferramentas de trabalho.

Esse é o tipo de investimento que traz grandes retornos e benefícios para a empresa.

Outra ação que pode trazer grandes benefícios para a empresa é a terceirização de serviços. Veja neste artigo como esse serviço pode reduzir seus custos:

Descubra como a terceirização pode reduzir os custos na sua empresa

Benefícios da segurança do trabalho para a empresa

E o que a empresa ganha ao implementar com rigor as ações de segurança do trabalho? Os benefícios são muitos, expressivos e com resultados a curto, médio e longo prazos. 

Conheça alguns:

  • Redução de gastos com afastamentos de funcionários por doenças ocupacionais.
  • Não precisar contratar funcionários para substituir outros afastados.
  • Redução de danos ao patrimônio, provocados por acidente.
  • Não ter que arcar com pagamento de multas e indenizações judiciais.
  • Maior satisfação pessoal do trabalhador, que se sente valorizado pela empresa onde trabalha.

Terceirização de serviços: outra forma de beneficiar a empresa!

Neste artigo, você conferiu qual o papel da segurança do trabalho dentro da empresa. Além disso, vimos que são diversos os benefícios para trabalhadores e empresas ao adotar tais medidas.

Porém, a forma mais prática, fácil e econômica de desfrutar de todos os benefícios da segurança do trabalho dentro de sua empresa é optando pela terceirização de serviços.

Ao contratar uma empresa terceirizada, todas as medidas necessárias para cumprir as obrigações legais de segurança com funcionários serão tomadas pela empresa prestadora, como equipamentos de proteção individual e treinamento das equipes.

Para isso, escolha uma empresa com tradição e certifique-se de que essa prestadora tenha a atenção necessária com esses cuidados. Assim, seu negócio garante todos esses benefícios e ainda aproveita o ganho de tempo, o aumento de produtividade e a economia de recursos.

O Grupo Griffo está há mais de 30 anos no mercado, oferecendo serviços de terceirização com excelência. Se a segurança e a proteção dos trabalhadores de sua empresa ou condomínio é um fator importante na sua gestão, somos o parceiro que você precisa!

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